quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Regressei mãe ao teu regaço. Onde vou,mãe buscar força, tempo, esperança? À tua lembrança. À tua resistência. Ao teu silêncio. Mas, mãe, estou cansada... Não quero lembrar-me de ti a sofrer, a resistir... Não quero... Quero dormir no teu regaço e olhar as lagoas e ver a mesa de pedro no pátio. Mãe, embala-me, passa-me a mão pela cabeça e diz-me que sou forte, que vou aguentar e que ainda vou ser muito feliz. Podes mentir-me, mãe, mas embala-me no teu abraço.

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