Regressei mãe ao teu regaço.
Onde vou,mãe buscar força, tempo, esperança?
À tua lembrança.
À tua resistência.
Ao teu silêncio.
Mas, mãe, estou cansada...
Não quero lembrar-me de ti a sofrer, a resistir...
Não quero...
Quero dormir no teu regaço e olhar as lagoas
e ver a mesa de pedro no pátio.
Mãe, embala-me, passa-me a mão pela cabeça
e diz-me que sou forte, que vou aguentar e
que ainda vou ser muito feliz.
Podes mentir-me, mãe, mas embala-me no teu abraço.
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